MEDIA - Ideias chave de um novo paradigma
A indústria dos media é uma das mais ameaçadas pela economia digital, mas, por outro lado, é uma das que oferece mais oportunidades de reinvenção.
Levou algum tempo até que os editores, anunciantes e patrões dos media deixassem de usar a Web como um mero canal adicional de distribuição, subordinado ao meio tradicional. A primeira vaga da Internet consistiu nesta transferência electrónica de informação do papel para o ciberespaço. A segunda vaga já envolveu a criação de algum conteúdo próprio. A terceira vaga terá de implicar o posicionamento estratégico num mundo em rede. Trata-se de encarar a Internet como um novo media sujeito a um novo paradigma assente em nove ideias-chave:
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o serviço é mais importante do que a informação;
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a edição tem de estar centrada no utilizador e não no editor;
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o ritmo de periódico (mesmo diário) está morto;
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o contexto é mais importante do que o conteúdo;
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as bases de dados sobre pessoas são mais críticas do que as de conteúdos;
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a criação de comunidades é mais importante do que a óptica do «leitor» (uma figura-padrão abstracta e inútil);
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a globalização é uma oportunidade à mão de todos;
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agregar é mais importante do que cultivar uma única marca;
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criar directórios de conhecimento é mais eficaz do que armazenar informação.
















