Data Mart
Os primeiros projectos de Datawarehouse referiam-se a uma arquitectura centralizada. Embora seja interessante para fornecer uniformidade, controle e maior segurança, a implementação desta abordagem não é uma tarefa fácil. Requer uma metodologia rigorosa e uma completa compreensão dos negócios da empresa. Esta abordagem pode ser longa e dispendiosa e por isto a sua implementação exige um planeamento correcto e detalhado.
Com o aparecimento do Data Mart ou Warehouse departamental, a abordagem descentralizada passou a ser uma das opções da arquitectura Datawarehouse. Os Data Marts podem surgir de duas maneiras. A primeira é “top-down” e a segunda é “bottom-up”.
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“Top-down”: quando a empresa cria um Datawarehouse e depois parte para a segmentação, ou seja, divide o Datawarehouse em áreas menores formando assim pequenos bancos de dados orientados por assuntos departamentalizados.
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“Bottom-up”: quando a situação é inversa. A empresa por desconhecer a tecnologia, cria uma Base de Dados somente para uma área. Com isso os custos são menores do que num projecto de Datawarehouse completo. A partir da visualização dos primeiros resultados parte-se para outra área e assim sucessivamente até estar criado um verdadeiro Datawarehouse.
A tecnologia usada tanto no Datawarehouse como no Data Mart é a mesma, as variações que ocorrem são mínimas, quer em tipo de dados quer na complexidade da carga. A principal diferença é a de que os Data Marts são voltados somente para uma determinada área e o Datawarehouse é voltado para os assuntos de toda a empresa. Cabe portanto a cada empresa avaliar a sua procura e optar pela melhor solução.
















